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A IA atende. O humano no hotel entende e sente.
A hospitalidade sempre foi, antes de tudo, sobre gente. Num sorriso no check-in. No olhar atento no café da manhã. Na recomendação que não estava no roteiro, mas que vira memória. Agora, a inteligência artificial entrou nesse jogo. E não entrou devagar. Ela responde, antecipa, organiza, recomenda, calcula e executa. Em segundos. Sem pausa. Sem erro operacional. Mas aqui vai a pergunta que realmente importa: se a IA já consegue fazer quase tudo, o que ainda é exclusivamente hu
3 de jun.4 min de leitura


Eficiência invisível: quando o hóspede não vê, mas o resultado sente
Eficiência invisível: quando o hóspede não vê, mas o resultado sente. Durante muito tempo, falar em eficiência na hotelaria era quase um tabu.
Eficiência significava cortar custos, reduzir equipe e padronizar processos
E, quase sempre, isso vinha acompanhado de uma preocupação legítima: “Isso vai piorar a experiência do hóspede?”
Mas o jogo mudou. Hoje, os hotéis mais inteligentes estão provando o oposto: é possível ser mais eficiente e ao mesmo tempo oferecer um serviço m
27 de mai.3 min de leitura


GOP sob pressão: por que o básico já não funciona mais?
O cenário mudou, e rápido. A hotelaria entrou oficialmente em modo "defesa de margem". O crescimento de receita desacelerou, enquanto custos continuam subindo. Resultado? Mais faturamento ≠ mais lucro Mais ocupação ≠ melhor performance Inclusive há mercados onde o crescimento de receita já não se converte proporcionalmente em lucro, o famoso baixo flow-through (indicador financeiro, comum na hotelaria e na gestão de negócios, que mede o impacto de uma redução na receita sob
20 de mai.3 min de leitura


Upsell não é sobre vender mais. É sobre oferecer melhor, no momento certo.
Upsell não é sobre vender mais. É sobre oferecer melhor, no momento certo.
Upsell não é empurrar uma categoria superior. Não é insistir em um upgrade. E definitivamente não é “tentar aumentar o ticket a qualquer custo”.
Upsell não é empurrar uma categoria superior. Não é insistir em um upgrade. E definitivamente não é “tentar aumentar o ticket a qualquer custo”.
20 de mai.3 min de leitura


Pesquisa de satisfação do hóspede: o dado que separa operação de estratégia
Pesquisa de satisfação do hóspede: o dado que separa operação de estratégia.
Durante muito tempo, a pesquisa de satisfação foi tratada como um “ritual obrigatório” na hotelaria: um e-mail pós-estadia, algumas perguntas genéricas e uma taxa de resposta cada vez menor.
Mas essa abordagem já não se sustenta.
Hoje, a pesquisa de satisfação deixou de ser um instrumento de validação e passou a ser uma ferramenta de gestão.
13 de mai.4 min de leitura


Registrar em ata ou confiar na memória? A diferença entre “achar que decidiu” e realmente decidir
Em muitas empresas, decisões importantes ainda vivem em um lugar perigoso: a memória das pessoas. E memória, como você bem sabe, não é exatamente um sistema confiável. Cada um lembra de um jeito. Alguns esquecem detalhes. Outros reinterpretam decisões com o tempo. Resultado? Retrabalho, desalinhamento, conflitos e aquela sensação de que “isso já tinha sido decidido… ou não?” É aqui que entra um instrumento simples, muitas vezes subestimado, mas extremamente poderoso: a ata. A
6 de mai.3 min de leitura


Quanto custa conquistar um hóspede e depois abandoná-lo no CRM?
Existe uma decisão silenciosa sendo tomada todos os dias na hotelaria. E ela não passa pelo orçamento anual nem pelo planejamento estratégico. Ela acontece no silêncio.
É quando um hotel investe para conquistar um novo hóspede e depois não faz absolutamente nada com esse relacionamento.
Atrair um novo hóspede nunca foi barato, e está cada vez mais caro.
28 de abr.4 min de leitura


FNRH Digital: passo a passo do pré-check-in via QR Code
A jornada do hóspede foi desenhada para ser simples, guiada e validada em bases oficiais.
Na prática, o fluxo começa no hotel, mas quem preenche a FNRH é o hóspede, dentro da plataforma oficial.
20 de abr.3 min de leitura


Monetização invisível: como transformar espaços ociosos do hotel em novas fontes de receita
Durante muito tempo, a hotelaria operou sob uma lógica quase imutável: quartos são o core do negócio, e todo o restante existe para suportar a experiência do hóspede.
Mas essa lógica está mudando, e rápido.
Hoje, os hotéis mais atentos já entenderam que há receita “escondida à vista de todos”. Espaços subutilizados, horários ociosos e ativos pouco explorados podem se transformar em novas linhas de faturamento, muitas vezes com investimento relativamente baixo.
15 de abr.5 min de leitura
Blog da Boni
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